quarta-feira, 18 de novembro de 2009
“Construindo Comunidades mais Seguras: Preparando para a ação cidadã em Defesa Civil” terá início em outubro e as inscrições são gratuitas
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Inscrição para tutores de pedagogia semipresencial UNESP/Univesp terminam hoje (09/11) - SP
A Fundação de Desenvolvimento da Unesp (Fundunesp) abre inscrições na próxima semana para os candidatos a 54 vagas para orientadores de disciplina - nome técnico com o qual estão sendo designados os tutores -, que trabalharão nas 21 cidades do Estado onde serão desenvolvidas atividades do curso semipresencial de Pedagogia, oferecido no Programa Universidade Virtual do Estado de São Paulo pela UNESP pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho". As inscrições estarão abertas das 10 horas de segunda-feira (19 de outubro) até às 16 horas do dia 9 de novembro. Os interessados devem ter curso superior completo e experiência docente em ensino superior por, pelo menos, seis meses.
Para participar do processo, o candidato deve acessar o site da Vunesp (http://www.vunesp. com.br/), preencher a ficha de inscrição, encaminhar os dados pela Internet, imprimir o boleto e fazer o pagamento de uma taxa de R$ 70,00, diretamente nos bancos. Aqueles que não têm acesso à internet podem inscrever-se na rede de postos do programa Acessa São Paulo, do Governo do Estado, que oferece computadores conectados à web em 488 pontos na capital e interior (http://www.acessasp .sp.gov.br/).
Os candidatos farão uma prova objetiva e uma redação, no dia 6 de dezembro, às 14 horas, além de uma avaliação posterior de títulos. A prova será aplicada nas cidades de Araçatuba (2 vagas), Araraquara (2), Assis (2), Bauru (4), Botucatu (2), Dracena (2), Franca (2), Guaratinguetá (4), Ilha Solteira (2), Itapeva (2), Jaboticabal (2), Ourinhos (2), Presidente Prudente (2), Registro (2), Rio Claro (2), Rosana (2), São José do Rio Preto (2), São Paulo (8), São Vicente (4), Sorocaba (2), Tupã (2).
Os aprovados serão contratados em regime de CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e receberão salário de R$ 1.913,60 para uma jornada semanal de 24 horas. A Fundunesp oferece, também, benefícios como assistência médica, vele-transporte e vale-alimentação.
Para participar do processo, o candidato deve acessar o site da Vunesp (http://www.vunesp. com.br/), preencher a ficha de inscrição, encaminhar os dados pela Internet, imprimir o boleto e fazer o pagamento de uma taxa de R$ 70,00, diretamente nos bancos. Aqueles que não têm acesso à internet podem inscrever-se na rede de postos do programa Acessa São Paulo, do Governo do Estado, que oferece computadores conectados à web em 488 pontos na capital e interior (http://www.acessasp .sp.gov.br/).
Os candidatos farão uma prova objetiva e uma redação, no dia 6 de dezembro, às 14 horas, além de uma avaliação posterior de títulos. A prova será aplicada nas cidades de Araçatuba (2 vagas), Araraquara (2), Assis (2), Bauru (4), Botucatu (2), Dracena (2), Franca (2), Guaratinguetá (4), Ilha Solteira (2), Itapeva (2), Jaboticabal (2), Ourinhos (2), Presidente Prudente (2), Registro (2), Rio Claro (2), Rosana (2), São José do Rio Preto (2), São Paulo (8), São Vicente (4), Sorocaba (2), Tupã (2).
Os aprovados serão contratados em regime de CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e receberão salário de R$ 1.913,60 para uma jornada semanal de 24 horas. A Fundunesp oferece, também, benefícios como assistência médica, vele-transporte e vale-alimentação.
Curso a distância "Educação Escolar Indígena: subsídios para a gestão etnoterritorializada"
Uma oportunidade única de formação e informação sobre a temática indígena
A Coordenação Geral de Educação Escolar Indígena (CGEEI)/Secad-MEC e o Projeto Trilhas de Conhecimentos: o ensino superior de indígenas no Brasil/LACED-Museu Nacional/Universidade Federal do Rio de Janeiro, com suporte financeiro da Fundação Ford, da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), têm a satisfação de informar o início de uma nova parceria com o FGV Online – o programa de Ensino a Distância da Fundação Getulio Vargas, para o oferecimento de cursos de extensão.
O objetivo do curso Educação Escolar Indígena: subsídios para a gestão etnoterritorializada é apresentar informações básicas sobre a presença e a participação dos povos indígenas no processo de formação do Brasil, conduzindo a uma reflexão sobre os indígenas e a história do Brasil, suscitando debates e estimulando a revisão do que está, inadequadamente, descrito ou deformado por visões preconceituosas.
Objetivos do Curso
Início do curso: 07/06/2010
Clique aqui para se inscrever neste curso.
http://www5.fgv.br/fgvonline/mn/inscricoes.asp
- Apresentar informações básicas sobre a presença e a participação dos povos indígenas no processo de formação do Brasil, conduzindo a uma reflexão sobre os indígenas e a história do Brasil, suscitando debates e estimulando a revisão do que está, inadequadamente, descrito ou deformado por visões preconceituosas.
- Pró-reitores universitários e superintendentes, assim como funcionários da administração universitária, dentro dos comitês de graduação, funcionários de setores de educação indígena de secretarias estaduais e municipais de educação.
Início do curso: 07/06/2010
Clique aqui para se inscrever neste curso.
sábado, 7 de novembro de 2009
Tecnologia não isola as pessoas, diz estudo nos EUA
NOVA YORK - Ao contrário da crença popular, a internet e os celulares não estão isolando as pessoas, mas reforçando seus laços sociais, de acordo com uma pesquisa americana.
A pesquisa foi motivada por um estudo publicado por sociólogos dos Estados Unidos em 2006, segundo o qual a tecnologia estava reforçando uma tendência vista desde 1985, a de um maior isolamento das pessoas nos EUA, com redução de redes sociais e da diversidade de seus contatos.
Mas o estudo conduzido pelo Pew Internet and American Life Project, intitulado "Isolamento Social e a Nova Tecnologia", constatou que o uso da Internet e dos celulares pelas pessoas está na verdade associado a redes sociais maiores e mais diversificadas.
"Quando examinamos a rede social completa de uma pessoa..., o uso da Internet em geral, e de serviços de redes sociais como o Facebook, em particular, está associado a redes sociais mais diversificadas", afirmaram os pesquisadores em comunicado, "Nossas principais descobertas contestam pesquisas anteriores e medos muito difundidos sobre o impacto social adverso da nova tecnologia", acrescentaram.
A pesquisa telefônica conduzida com 2.512 adultos pela Princeton Survey Research International, em julho e agosto deste ano, constatou que, de 1985 para cá, as dimensões do isolamento social não se alteraram muito.
O estudo constatou que 6% dos adultos não têm alguém com quem possam discutir assuntos importantes, mas esse número praticamente não mudou, de 1985 para cá. Os pesquisadores afirmam, porém, que as "redes de discussão" das pessoas se reduziram em cerca de um terço nos últimos 25 anos, e se tornaram menos diversificadas, porque contêm menos pessoas de fora da família.
Mas as pessoas que usam celulares e tomam parte de diversas atividades na Internet estão associadas a redes de discussão primárias maiores e mais diversificadas.
As redes de discussão médias são 12% maiores entre os usuários de celulares, nove por cento maiores entre as pessoas que trocam fotos online e nove por cento maiores para aqueles que usam serviços de mensagens instantâneas.
A diversidade é 25% maior para os usuários de celulares, 15% maior para os usuários básicos de Internet e ainda maior para os usuários frequentes da Internet, serviços de mensagens instantâneas e sites de fotografia.
Fonte:
http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/11/06/tecnologia-nao-isola-as-pessoas-diz-estudo-nos-eua-914635409.asp
A pesquisa foi motivada por um estudo publicado por sociólogos dos Estados Unidos em 2006, segundo o qual a tecnologia estava reforçando uma tendência vista desde 1985, a de um maior isolamento das pessoas nos EUA, com redução de redes sociais e da diversidade de seus contatos.
Mas o estudo conduzido pelo Pew Internet and American Life Project, intitulado "Isolamento Social e a Nova Tecnologia", constatou que o uso da Internet e dos celulares pelas pessoas está na verdade associado a redes sociais maiores e mais diversificadas.
"Quando examinamos a rede social completa de uma pessoa..., o uso da Internet em geral, e de serviços de redes sociais como o Facebook, em particular, está associado a redes sociais mais diversificadas", afirmaram os pesquisadores em comunicado, "Nossas principais descobertas contestam pesquisas anteriores e medos muito difundidos sobre o impacto social adverso da nova tecnologia", acrescentaram.
A pesquisa telefônica conduzida com 2.512 adultos pela Princeton Survey Research International, em julho e agosto deste ano, constatou que, de 1985 para cá, as dimensões do isolamento social não se alteraram muito.
O estudo constatou que 6% dos adultos não têm alguém com quem possam discutir assuntos importantes, mas esse número praticamente não mudou, de 1985 para cá. Os pesquisadores afirmam, porém, que as "redes de discussão" das pessoas se reduziram em cerca de um terço nos últimos 25 anos, e se tornaram menos diversificadas, porque contêm menos pessoas de fora da família.
Mas as pessoas que usam celulares e tomam parte de diversas atividades na Internet estão associadas a redes de discussão primárias maiores e mais diversificadas.
As redes de discussão médias são 12% maiores entre os usuários de celulares, nove por cento maiores entre as pessoas que trocam fotos online e nove por cento maiores para aqueles que usam serviços de mensagens instantâneas.
A diversidade é 25% maior para os usuários de celulares, 15% maior para os usuários básicos de Internet e ainda maior para os usuários frequentes da Internet, serviços de mensagens instantâneas e sites de fotografia.
Fonte:
http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/11/06/tecnologia-nao-isola-as-pessoas-diz-estudo-nos-eua-914635409.asp
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
III Simpósio Virtual de Educação a Distância
Em 26 e 27/11 o Portal Educação promove o *III Simpósio Virtual de Educação a Distância*, gratuito e que oferece certificado.
No dia 26/11, quinta-feira, as atividades serão todas realizadas na ilha do Portal Educação no Second Life, e por isso as vagas são limitadas.
No dia 26/11, quinta-feira, as atividades serão todas realizadas na ilha do Portal Educação no Second Life, e por isso as vagas são limitadas.
No dia 27/11, sexta-feira, haverá uma série de palestras e mesas-redondas transmitidas pela web.
Programação: Dia 27 de novembro
09h • 09h15 Abertura
09h15 • 10h15 Palestra - Planejamento e desenvolvimento de cursos on-line - Jurandir Rafael- Portal Educação
10h25 • 11h10 Palestra - Google Wave na Educação - André Akagi - Portal Educação
11h20 • 11h30 Abertura - Ciclo de Palestras e Mesa Redonda
11h30 • 12h10 Palestra - Gestão da Educação a Distância - Susane Martins Lopes Garrido - UNISINOS
12h10 • 12h50 Palestra - Políticas Públicas para Educação a Distância - Helio Chaves Filho - MEC
12h50 • 13h50 Mesa Redonda - Perspectivas do Mec para a EaD Prof. Helio Chaves Filho - MEC, Blanca Martin Salvago - UCDB Virtual, Susane Martins - UNISINOS. Mediador: Ricardo Nantes
14h • 15h Palestra - WEB 2.0: o poder do compartilhamento nas redes sociais - Robson Santos da Silva - EAD Amazon
15h10 • 16h10 Palestra - Gestão da Qualidade em Empresas de EaD - Ricardo Nantes - Portal Educação
16h20 • 17h20 Palestra - Games em Educação: como os nativos digitais aprendem - João Mattar
17h30 • 19h Mesa Redonda - Perspectivas Tecnológicas para EaD - João Mattar, Robson Santos, Ricardo Nantes. Mediador: André Akagi
19h10• 19h30 Encerramento Oficial
Inscrições: http://www.portaleducacao.com.br/simposio/
Programação: Dia 27 de novembro
09h • 09h15 Abertura
09h15 • 10h15 Palestra - Planejamento e desenvolvimento de cursos on-line - Jurandir Rafael- Portal Educação
10h25 • 11h10 Palestra - Google Wave na Educação - André Akagi - Portal Educação
11h20 • 11h30 Abertura - Ciclo de Palestras e Mesa Redonda
11h30 • 12h10 Palestra - Gestão da Educação a Distância - Susane Martins Lopes Garrido - UNISINOS
12h10 • 12h50 Palestra - Políticas Públicas para Educação a Distância - Helio Chaves Filho - MEC
12h50 • 13h50 Mesa Redonda - Perspectivas do Mec para a EaD Prof. Helio Chaves Filho - MEC, Blanca Martin Salvago - UCDB Virtual, Susane Martins - UNISINOS. Mediador: Ricardo Nantes
14h • 15h Palestra - WEB 2.0: o poder do compartilhamento nas redes sociais - Robson Santos da Silva - EAD Amazon
15h10 • 16h10 Palestra - Gestão da Qualidade em Empresas de EaD - Ricardo Nantes - Portal Educação
16h20 • 17h20 Palestra - Games em Educação: como os nativos digitais aprendem - João Mattar
17h30 • 19h Mesa Redonda - Perspectivas Tecnológicas para EaD - João Mattar, Robson Santos, Ricardo Nantes. Mediador: André Akagi
19h10• 19h30 Encerramento Oficial
Inscrições: http://www.portaleducacao.com.br/simposio/
Ensino a distância sofre resistência
Levantamento mostra que 18 mil estudantes foram vítimas de preconceito; para MEC, discriminação é ilegal
Mariana Mandelli escreve para "O Estado de SP":
Mais de 18 mil alunos de cursos de educação a distância de instituições particulares e públicas sofreram preconceito por terem optado por essa modalidade de ensino, segundo levantamento da Associação Brasileira de Estudantes de Ensino a Distância (ABE-EAD), que recebe as denúncias desde 2007.
São casos de discriminação por alunos de cursos presenciais, dúvidas dos empregadores sobre a validade dos cursos - mesmo os autorizados pelo Ministério da Educação -, dificuldades para conseguir estágio, para obter o registro profissional e fazer inscrição em concurso.
Hoje há no Brasil mais de 2,6 milhões de alunos em 1.752 cursos, segundo o Censo de Educação a Distância. No início do mês, a ABE-EAD entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal contra o Conselho Nacional do Ministério Público. Por meio da resolução nº 40, de maio deste ano, o conselho dizia que só diplomas de cursos presenciais seriam aceitos para o Ministério Público. A conclusão deve sair nas próximas semanas.
Além do conselho, outros órgãos veem problemas no ensino a distância. É o caso do Conselho Federal de Serviço Social, que não apoia a modalidade. A dificuldade para estágio é, segundo a presidente do conselho, Ivanete Boschetti, culpa da estrutura da educação a distância, que prioriza a "quantidade em vez da qualidade da formação". "O mercado não absorve esse número de estagiários."
Em junho de 2008, o Conselho Federal de Biologia publicou resolução proibindo o registro para profissionais com diplomas de ensino a distância. Segundo o secretário de educação a distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, qualquer medida contra o aluno formado por
instituições credenciadas pelo governo é ilegal. "Entramos com as medidas legais e eles vão sofrer a penalidade da lei." Segundo a vice-presidente do conselho, Inga Mendes, o MEC propôs a criação de um grupo para discutir a questão, mas não houve retorno. A resolução ainda vigora.
São Paulo
Neste ano, a ABE-EAD iniciou uma discussão com o Conselho Municipal de Educação que, por meio de deliberações de 2004, vetou a participação de professores formados a distância em concursos públicos. Em junho, foi deferida liminar a favor dos alunos, classificando a posição da prefeitura como discriminatória. No caso de descumprimento, será aplicada multa de R$ 100 mil/dia. A Prefeitura de São Paulo recorreu.
Na rede estadual, circular da direção de ensino de Itapetininga repudia a atribuição de aulas a docentes formados a distância. O secretário estadual da Educação, Paulo Renato Souza, afirmou que não tinha conhecimento do caso e que verificará a situação. Foi marcado encontro
entre ABE-EAD e governo.
Falta de informação sobre cursos gera recusas
Alunos de cursos a distância de diversas áreas relatam algo em comum: oreceio de ser discriminado. Quando buscava um estágio, a secretária Sônia Martins, de 24 anos, que cursa Gestão Pública a distância pela Faculdade de Tecnologia de Curitiba, ouviu de uma funcionária da Subprefeitura de Santo Amaro (SP) que seu diploma não seria aceito nem para concurso público. "Fiquei chocada." Apesar de a Prefeitura de São Paulo afirmar que não faz restrições, Sônia se sentiu discriminada.
Neusa Bastos Garcia, de 60 anos, tentou trocar seu curso de Pedagogia a distância por um presencial após saber de casos em que o diploma foi recusado na rede municipal. "Minha transferência não foi aceita." Ela teme ter perdido tempo e dinheiro.
Alunos de Biologia prestes a se formar também temem dificuldades para obter o registro. Roger Maciel, de 30 anos, acha que o preconceito com ensino a distância é um retrocesso. "Parece que estão fazendo reserva de mercado." Helen Borges, de 22 anos, do mesmo curso, concorda. "Não posso ser rotulada. Tem aluno bom e ruim em todo tipo de ensino."
A discriminação, segundo especialistas, é baseada no fato de a educação a distância ser encarada como novidade. "É a questão do desconhecido que causa isso", diz Masako Masuda, presidente da Cederj. Para pesquisadores, o preconceito é fundamentado na ideia elitizada do ensino. "A greve na USP contra ensino a distância é um exemplo", diz Fredric Litto, presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância. "A USP foi feita para preparar uma elite, só que a sociedade cresceu e não há dinheiro para esse modelo."
(O Estado de SP, 3/11)
Mariana Mandelli escreve para "O Estado de SP":
Mais de 18 mil alunos de cursos de educação a distância de instituições particulares e públicas sofreram preconceito por terem optado por essa modalidade de ensino, segundo levantamento da Associação Brasileira de Estudantes de Ensino a Distância (ABE-EAD), que recebe as denúncias desde 2007.
São casos de discriminação por alunos de cursos presenciais, dúvidas dos empregadores sobre a validade dos cursos - mesmo os autorizados pelo Ministério da Educação -, dificuldades para conseguir estágio, para obter o registro profissional e fazer inscrição em concurso.
Hoje há no Brasil mais de 2,6 milhões de alunos em 1.752 cursos, segundo o Censo de Educação a Distância. No início do mês, a ABE-EAD entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal contra o Conselho Nacional do Ministério Público. Por meio da resolução nº 40, de maio deste ano, o conselho dizia que só diplomas de cursos presenciais seriam aceitos para o Ministério Público. A conclusão deve sair nas próximas semanas.
Além do conselho, outros órgãos veem problemas no ensino a distância. É o caso do Conselho Federal de Serviço Social, que não apoia a modalidade. A dificuldade para estágio é, segundo a presidente do conselho, Ivanete Boschetti, culpa da estrutura da educação a distância, que prioriza a "quantidade em vez da qualidade da formação". "O mercado não absorve esse número de estagiários."
Em junho de 2008, o Conselho Federal de Biologia publicou resolução proibindo o registro para profissionais com diplomas de ensino a distância. Segundo o secretário de educação a distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, qualquer medida contra o aluno formado por
instituições credenciadas pelo governo é ilegal. "Entramos com as medidas legais e eles vão sofrer a penalidade da lei." Segundo a vice-presidente do conselho, Inga Mendes, o MEC propôs a criação de um grupo para discutir a questão, mas não houve retorno. A resolução ainda vigora.
São Paulo
Neste ano, a ABE-EAD iniciou uma discussão com o Conselho Municipal de Educação que, por meio de deliberações de 2004, vetou a participação de professores formados a distância em concursos públicos. Em junho, foi deferida liminar a favor dos alunos, classificando a posição da prefeitura como discriminatória. No caso de descumprimento, será aplicada multa de R$ 100 mil/dia. A Prefeitura de São Paulo recorreu.
Na rede estadual, circular da direção de ensino de Itapetininga repudia a atribuição de aulas a docentes formados a distância. O secretário estadual da Educação, Paulo Renato Souza, afirmou que não tinha conhecimento do caso e que verificará a situação. Foi marcado encontro
entre ABE-EAD e governo.
Falta de informação sobre cursos gera recusas
Alunos de cursos a distância de diversas áreas relatam algo em comum: oreceio de ser discriminado. Quando buscava um estágio, a secretária Sônia Martins, de 24 anos, que cursa Gestão Pública a distância pela Faculdade de Tecnologia de Curitiba, ouviu de uma funcionária da Subprefeitura de Santo Amaro (SP) que seu diploma não seria aceito nem para concurso público. "Fiquei chocada." Apesar de a Prefeitura de São Paulo afirmar que não faz restrições, Sônia se sentiu discriminada.
Neusa Bastos Garcia, de 60 anos, tentou trocar seu curso de Pedagogia a distância por um presencial após saber de casos em que o diploma foi recusado na rede municipal. "Minha transferência não foi aceita." Ela teme ter perdido tempo e dinheiro.
Alunos de Biologia prestes a se formar também temem dificuldades para obter o registro. Roger Maciel, de 30 anos, acha que o preconceito com ensino a distância é um retrocesso. "Parece que estão fazendo reserva de mercado." Helen Borges, de 22 anos, do mesmo curso, concorda. "Não posso ser rotulada. Tem aluno bom e ruim em todo tipo de ensino."
A discriminação, segundo especialistas, é baseada no fato de a educação a distância ser encarada como novidade. "É a questão do desconhecido que causa isso", diz Masako Masuda, presidente da Cederj. Para pesquisadores, o preconceito é fundamentado na ideia elitizada do ensino. "A greve na USP contra ensino a distância é um exemplo", diz Fredric Litto, presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância. "A USP foi feita para preparar uma elite, só que a sociedade cresceu e não há dinheiro para esse modelo."
(O Estado de SP, 3/11)
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Ministério da Cultura promove curso de animação online
O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, e a Infraero estão apoiando o AnimaEdu, um curso online que pretende levar, de forma virtual, técnicas de animação a jovens brasileiros em todo o país. O lançamento oficial do programa e do site ocorreu na quarta-feira (28 de outubro), por ocasião do Dia Internacional da Animação. A primeira turma do curso terá início em novembro deste ano. Para fazer parte do programa é preciso ser selecionado, uma vez que este primeiro grupo será experimental para avaliar a entrada em funcionamento do sistema desenvolvido. O primeiro passo para do processo de avaliação é efetuar a pré-inscrição por meio da Seção Estude Conosco do site AnimaEdu (www.animaedu.com.br), onde estão as informações específicas. Para participar, basta ter no mínimo 16 anos e possuir um computador com acesso à Internet e um scanner. Não há necessidade de conhecimento prévio em animação. O curso terá 18 módulos e estima-se que os alunos consigam estudar entre um e dois módulos por semana. Sendo assim, terá em média de nove a 18 semanas de aula. AnimaEdu é um programa de ensino a distância de animação tradicional 2D desenvolvida pela Otto Desenhos Animados. É um projeto aprovado na Lei Federal de Incentivo à Cultura e que foi, também, incluído dentro do Pró Animação (programa para incentivo e consolidação da indústria de animação brasileira desenvolvido pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura). A ideia básica é selecionar e oferecer cursos que capacitem jovens talentos para atuação no mercado profissional da animação, que tem ampliado sua demanda por mão-de-obra qualificada nos últimos anos. Para ingressar no programa haverá uma seleção de alunos a partir dos desenhos dos candidatos.
UNB inscreve para curso a distância sobre Orçamento da Criança e do Adolescente
A Universidade de Brasília (UnB) - por meio do Centro de Estudos Avançados de Governo e Administração Pública (CEAG) e do Centro de Desenvolvimento Tecnológico (CDT) - e a Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH/Presidência da República) lançam as inscrições para o curso OCA – Orçamento da Criança e Adolescente na modalidade à distância. A formação tem por objetivo a formação dos Conselheiros em orçamento público com enfoque nas políticas públicas voltadas à infância e adolescência e está inserida em um projeto de formação continuada de atores fundamentais do Sistema de Garantia de Direitos. O conteúdo do curso está dividido em quatro módulos que abrangem desde a concepção dos Direitos Humanos de Crianças e adolescentes, os conceitos sobre o orçamento público, a metodologia do Orçamento Criança e Adolescente (OCA), e a incidência política dos atores no processo de elaboração do orçamento. Será disponibilizado, prioritariamente, para os conselheiros de direitos estaduais das 27 unidades da federação e para os conselheiros de direitos e tutelares dos 80 municípios que integram a Agenda Social Criança e Adolescente, apresentado pelo governo federal em outubro de 2007 para reduzir a violência contra crianças e adolescentes. A inscrição é gratuita e a carga horária é de 30 horas.
Mais informações: www.ceag.unb.br (61) 3107-2685
terça-feira, 27 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
II Seminário de EaD do IMIP
II SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DO IMIP
Hospital de Medicina Intergral Prof. Fernando Figueira (IMIP)
dia 26 de novembro de 2009.
As inscrições são gratuitas.
*Programação*
08h00min às 08h15min - *Credenciamento*
8h15min às 8h45min - *Abertura *
Hospital de Medicina Intergral Prof. Fernando Figueira (IMIP)
dia 26 de novembro de 2009.
As inscrições são gratuitas.
*Programação*
08h00min às 08h15min - *Credenciamento*
8h15min às 8h45min - *Abertura *
08h45min às 10h00min
*Conferência: *Gestão na Educação a Distância
*Conferencista: *Lina* *Sandra Barreto* *(Ministério da Saúde – UNA-SUS)
*Mediadora:* Karla Hazin (IMIP)
10h00mim às 10h30min - *Intervalo *
10h30mim às 12h00min
*Mesa Redonda: *Produção de Objetos de Aprendizagem para Educação a
Distância
Palestrantes: *Sandra Siebra (UFRPE) e Jannine Moreno (SECTMA/PE) * *
Mediador:* Fernando Gusmão (IMIP)
12h00mim às 13h30min – *Intervalo (almoço)*
13h30mim às 15h00min
*Mesa Redonda: *Formação de Autores e Tutores para Educação a Distância
Palestrantes: *Maria Auxiliadora Padilha (UFPE) e Iracleide Araújo
(Faculdade SENAC PE)
Mediadora:* Fátima Caminha (IMIP)
15h00mim às 15h30min - *Intervalo *
15h30mim às 17h00min
*Mesa Redonda: *Educação a Distância no IMIP: experiências exitosas
Palestrantes: *Maria do Carmo Duarte (Mestrado Saúde Materno
Infantil/IMIP), Pedro Gabriel Fonseca (Psicologia/IMIP) e Gisele Cazarin
(GEAS/IMIP)
Mediador:* Marcos Alexandre de Melo Barros (IMIP)
17h00min - *Encerramento*
*Conferência: *Gestão na Educação a Distância
*Conferencista: *Lina* *Sandra Barreto* *(Ministério da Saúde – UNA-SUS)
*Mediadora:* Karla Hazin (IMIP)
10h00mim às 10h30min - *Intervalo *
10h30mim às 12h00min
*Mesa Redonda: *Produção de Objetos de Aprendizagem para Educação a
Distância
Palestrantes: *Sandra Siebra (UFRPE) e Jannine Moreno (SECTMA/PE) * *
Mediador:* Fernando Gusmão (IMIP)
12h00mim às 13h30min – *Intervalo (almoço)*
13h30mim às 15h00min
*Mesa Redonda: *Formação de Autores e Tutores para Educação a Distância
Palestrantes: *Maria Auxiliadora Padilha (UFPE) e Iracleide Araújo
(Faculdade SENAC PE)
Mediadora:* Fátima Caminha (IMIP)
15h00mim às 15h30min - *Intervalo *
15h30mim às 17h00min
*Mesa Redonda: *Educação a Distância no IMIP: experiências exitosas
Palestrantes: *Maria do Carmo Duarte (Mestrado Saúde Materno
Infantil/IMIP), Pedro Gabriel Fonseca (Psicologia/IMIP) e Gisele Cazarin
(GEAS/IMIP)
Mediador:* Marcos Alexandre de Melo Barros (IMIP)
17h00min - *Encerramento*
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